Diário de Bordo (15)
20 de junho de 2008
Dia 6 de junho
Nave pronta. Potes de amostras acondicionados na maleta. Combustível OK. Controles OK. Aguardo o piloto automático dar a ignição dos propulsores. É tudo controlado por computador hoje em dia. Ainda bem que não tem senha. Não lembro nem a do cartão do banco, imagina ter que lembrar de outra. Dei uma olhada pela janela e vi que o monstro, aquele maior que tentou me pegar, estava agachado atrás de um arbusto. A cara era horrível. Dor e alívio ao mesmo tempo. Uma lágrima solitária corria de seus olhos. Quem mandou comer a ração? Viu o quanto eu sofro?
(continua… noutro dia…)

